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	<title>Comentários em: Synthesis</title>
	<link>http://patriciaepedro.com/pedro/blog/2006/07/10/synthesis/</link>
	<description>I know that I was born, and I know that I'll die. But the in between is mine ...</description>
	<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 00:48:38 +0000</pubDate>
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		<title>By: pedro</title>
		<link>http://patriciaepedro.com/pedro/blog/2006/07/10/synthesis/#comment-4201</link>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2006 14:38:49 +0000</pubDate>
		<guid>http://patriciaepedro.com/pedro/blog/2006/07/10/synthesis/#comment-4201</guid>
		<description>Obrigado Eduardo,

esta coisa do "Jazz" tem de facto muito que se lhe diga... e a verdade é que me parece complicado perceber e conhecer novos nomes/grupos a não ser por boca, a selecção é de facto imensa, perceber o que é o quê já não é para todos, o que quer dizer que posso estar a ouvir Jazz ou Blues e achar que são a mesma coisa... a experiência tem sido através de conselhos como os que escreveste, e apesar de concordar contigo que há coisas "intragáveis" a verdade é que também há muito que como escrevi primeiro estranha-se e depois entranha-se... com o jazz, acho que há uma aprendizagem, uma habituação dos ouvidos à estrutura... era nesse sentido que queria aplicar a dita frase porque realmente há algumas que eu sou forçado a carregar no "fwd" ou no pause! hehehehe.

Obrigado pelas dicas, vou com calma pegar nos nomes e ouvi-los...
mas de facto foi o primeiro concerto ao vivo que assisti com uma grande banda e foi ... impressionante!
Curiosamente não tinha ideia que o público pudesse ser tão necessário.. hehehe

abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Eduardo,</p>
<p>esta coisa do &#8220;Jazz&#8221; tem de facto muito que se lhe diga&#8230; e a verdade é que me parece complicado perceber e conhecer novos nomes/grupos a não ser por boca, a selecção é de facto imensa, perceber o que é o quê já não é para todos, o que quer dizer que posso estar a ouvir Jazz ou Blues e achar que são a mesma coisa&#8230; a experiência tem sido através de conselhos como os que escreveste, e apesar de concordar contigo que há coisas &#8220;intragáveis&#8221; a verdade é que também há muito que como escrevi primeiro estranha-se e depois entranha-se&#8230; com o jazz, acho que há uma aprendizagem, uma habituação dos ouvidos à estrutura&#8230; era nesse sentido que queria aplicar a dita frase porque realmente há algumas que eu sou forçado a carregar no &#8220;fwd&#8221; ou no pause! hehehehe.</p>
<p>Obrigado pelas dicas, vou com calma pegar nos nomes e ouvi-los&#8230;<br />
mas de facto foi o primeiro concerto ao vivo que assisti com uma grande banda e foi &#8230; impressionante!<br />
Curiosamente não tinha ideia que o público pudesse ser tão necessário.. hehehe</p>
<p>abraço,</p>
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		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://patriciaepedro.com/pedro/blog/2006/07/10/synthesis/#comment-4200</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2006 21:24:04 +0000</pubDate>
		<guid>http://patriciaepedro.com/pedro/blog/2006/07/10/synthesis/#comment-4200</guid>
		<description>Cuidado com as generalizações. Isso do "Jazz" é um chapéu que cabe em muitas cabeças. É por isso que muita gente ouve o tal do "Jazz" e diz que é complicado, sem melodia e acaba detestando.
Também não vou ao ponto de chamar ao jazz um "acquired taste". Esse argumento é falacioso. Eu adoro jazz e há peças e músicos que simplesmente não fazem click e chegam a ser irritantes de ouvir. Por mais que os ouça.
Dito isto, o meu approach é mais pelo lado dos instrumentos. No meu caso, sou fã da jazz guitar com Wes Montgomery, Kenny Burrell, Ronny Jordan, Bireli Lagrène, jazz bass com Jaco Pastorius, Charlie Haden, Marcus Miller, Jazz Organ com o genial Jimmy Smith, piano com Chic Corea, Brad Mehldau, violino com o jean-luc ponty, sopro com miles davis, john coltrane, bla bla bla bla
Tens aí uma mix de antigos, novos, clássicos, fusão. "Tudo isso é fad.. oops.. Jazz"
P.S. Ah! E big bands!!! Muito bom :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidado com as generalizações. Isso do &#8220;Jazz&#8221; é um chapéu que cabe em muitas cabeças. É por isso que muita gente ouve o tal do &#8220;Jazz&#8221; e diz que é complicado, sem melodia e acaba detestando.<br />
Também não vou ao ponto de chamar ao jazz um &#8220;acquired taste&#8221;. Esse argumento é falacioso. Eu adoro jazz e há peças e músicos que simplesmente não fazem click e chegam a ser irritantes de ouvir. Por mais que os ouça.<br />
Dito isto, o meu approach é mais pelo lado dos instrumentos. No meu caso, sou fã da jazz guitar com Wes Montgomery, Kenny Burrell, Ronny Jordan, Bireli Lagrène, jazz bass com Jaco Pastorius, Charlie Haden, Marcus Miller, Jazz Organ com o genial Jimmy Smith, piano com Chic Corea, Brad Mehldau, violino com o jean-luc ponty, sopro com miles davis, john coltrane, bla bla bla bla<br />
Tens aí uma mix de antigos, novos, clássicos, fusão. &#8220;Tudo isso é fad.. oops.. Jazz&#8221;<br />
P.S. Ah! E big bands!!! Muito bom <img src='http://patriciaepedro.com/pedro/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
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